domingo, 30 de novembro de 2008

A menina ... um bocado de mim

Eras tu
O embrião um dia gerado
Feito feto, em útero virgem
Qual ansiedade de sentir
Como mexias e eras forte
Eras tu
Bonita a barriga deformada
Por mãos inábeis acariciada
Sem jeito, ávidas de pureza
Menina, filha de mãe criança
Por dentro de si, te sentir
Qual pedaço de gente
Quanta ternura
Nos seus anseios de alma pura
Risos envergonhados de mãe
Só porque
Eras tu
Nasceste, sorriste ao mundo
E entre lágrimas de sofrimento
Entre sorrisos de contentamento
E palavras por dizer
Eras tu
Filha. . . grito profundo
Saída de boca gretada pela dor
Mas sentida com tanto amor
Daquela mãe criança
Que deixou de o ser
Só porque
Nasceste tu

CAMINHOS DE ESPERANÇA

Viajo em caminhos de esperança
Estradas de sonhos esquecidos
Amores vadios
Caminho entre mares e rios
Da vida fazendo dança
Ao som de musica imaginada
Tão irreal
Quase verdade
De tanto pensada
Tão bonita e amada
Para o teu coração, transportada
Em mensagens que te envio
Em falas que te dou
Quando te confesso quem sou
Quando te digo, aqui estou
Viajando em caminhos de esperança
Abrindo o coração
Solicitando a tua atenção
Ouvindo a tua respiração
Vendo sem ver o teu sorriso
O fechar dos teus olhos
Ouvir uma palavra tua
De mentira, toda nua
De verdade vestida
E eu
Nesta fé que me transporta
Penso
Afinal que importa
Saber se não existe uma porta
Quando eu por crença sentida
Sei que tenho toda uma vida
Quando viajo
Em caminhos de esperança

Tracy Chapman

Baby Can I Hold You

Uma fabulosa voz.
Sublime interpretação.

Quando amanheces ...


(...)
Por minha cruz, joia de luz,
Entre as mulheres.
(...)
Nesses recantos, onde tu andas,
Sozinha sem mim ...

Os teus olhos ...

Os teus olhos, são arco-íris
Que se elevam no firmamento
Da imaginação do momento
São cores sobre cores
Que eu quero segurar na minha mão
Mas não agenceio
É apenas ilusão
Sofrendo este anseio
De te ver na distância
Entre olores de fragrância
“Perfumando-me” de paixão

sábado, 29 de novembro de 2008

OLHO A ANDORINHA QUE CANTA

Olho a andorinha que canta
Uma música calma, timbrada
É a verdade marcada
Dos desejos entre nada
Duma voz que se levanta

Fico parado, ouvindo
Quiçá no coração sentindo
Aquela doce melodia
É a voz fresca da manhã
Que transforma a alma sã
Que eleva a fantasia

E o seu melodioso cantar
Faz-me parar a pensar
No seu prazer e verdade
No seu gosto de viver
E eu fico grato por saber
Que é feliz em liberdade

E eu, cantarolando
Sigo o meu destino pensando
Como é bonito cantar assim
E recordo com carinho
Quando tu com ar meiguinho
Ficas . . . cantando para mim

Telepatia, Silêncio, Calma


Para ouvir e ... meditar.

Ciúme: "Doença" Fatal

O que interessa a vida a dois
Se o ciúme for o “amor” principal?
O que interessa dizer que se ama
Que se tem na alma, viva a chama
De um fogo ardente que “entoa”
Quando dentro da pessoa
Existe o “mal”
Irracional
Quantos beijos são dados
Recebidos
Secos, molhados
Lascivos, enlouquecidos
E entre divagações da imaginação
Se entrega o coração
Em louca paixão
Quando depois um, quiçá os dois
Repara(m) que afinal
Se cai na real
E se reconhece
Que o ciúme é o “amor” principal
Que não existe amor fraternal
Mas sim, “doença” … FATAL.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

ANDA DAÍ COMIGO

Anda daí comigo
Correr pelos campos em flor
Saltar, brincar
Ser livre
Anda daí comigo
Sentir o odor
das flores silvestres
Como se amam
Como balouçam ao vento
Como se entregam
Como são bonitas
Anda daí comigo
Dar asas á liberdade
Passear entre as flores
que exalam amor
De mãos dadas
Sonhos unidos
Passos certos
Caminhos floridos
Sentimentos ao vento
Sorrisos de contentamento
Anda daí comigo
Entregar á vida os teus sonhos
Em liberdade
Pelos campos risonhos
Desfolhar um malmequer
De pétala em pétala dizer
Bem me quer mal me quer
Cantar canções sem letra
Deixar os olhos “sorrir”
Deixar o coração "explodir"
Encher os pulmões de ar puro
Amar em liberdade
Anda daí comigo
Passear pelos campos em flor

São raios de luar que caiem
sobre a minha mente

Fogachos de alerta
que docemente

Me avisam da tua
existência

Até pode ser
demência

Mas em consciência
Penso em ti

alegremente
.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Vejo-te em reflexo
Feita raio em noite chuvosa
Não há luar
Ouvem-se os trovões
Lá longe
Mas no êxtase da tua presença
Não consigo parar
De pensar
Nessa noite ditosa
Em que se uniram dois corações
Beijos de emoções
Que adivinhavam a nascença
De uma filha maravilhosa
Soubesse eu num encanto feiticeiro
O quanto dói o ego d`um pensador
Corria os campos, em passos primeiro
E em teu regaço deixaria uma flor

As rosas nascem em terra ilimitada
Murmuram canções de amores
Dizem tudo em frases de nada
Colorindo os campos de raras cores

Brilham fantasias de arrebatamento
Parecem bailar em danças vistosas
Iludindo com suas cores e atrevimento
Sendo por isso tão misteriosas

Ardem em prazer qual mortalha de linho
Desafiam na sua aire pretensos acalentos
No seu ondular odaliscas de pergaminho
Fazendo a quem passa, sonhar por momentos

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Abre-se a alma ... entra a música


Deixa que os teus sonhos te guiem e, decerto, viverás feliz.

Música para ouvir em ... silêncio.

Mãos Bonitas

Mãos amarradas, cansadas, vazias
Mãos, que acarinham, que beijam
Vidas que nascem
Mãos que afagam, que desejam
Mãos que lampejam
Que ordenam, que amam
Mãos que rebatem, que apertam
Mãos que alertam
Mão enrugadas de sofrimento
Que de “calos” em seu tormento
Afagam quem lhes bateu
Mãos que maldades caladas, sofreu
Mãos que ajudam a nascer
Outras mãos, outro Ser
Que se deixam magoar, morrer
Sem nunca desfalecer
Sem um ai, dizer
Que libertam o carinho
Num afago, feito beijinho
Mãos calosas de mãe
Que um dia
Por desejo e alegria
Me abriu os olhos
AO NASCER

Mágoas Sentidas

Sinto no peito a vontade
Sinto na alma o desejo
Saído na delicia de um beijo
Dado no seio da saudade
De quem vive e num bocejo
Sente o calor da felicidade
Porque quem ama de verdade
Sente a dor com carinho
Pois no fogo de um beijinho
Existe a cura da maldade

Deixa que o amor se encontre
Suba a encosta em direcção ao monte
Fustigado pelo frio vento
Para que no seu cansaço
Fique unido num abraço
E se esqueça que existe tempo

Subindo a encosta da vida
Se encontra a verdade perdida
De promessas feitas em vão
Quantas vezes proferidas
Abrindo chagas e feridas
Dilaceradas no coração

No olhar existe o amor
Existe também o calor
De palavras por oferecer
Existe a paz e o alento
A ternura de um sentimento
E um sorriso por dizer

DEIXO CORRER O SENTIMENTO

Deixo correr o sentimento
Encontro a vontade de parar
Cansado, por esperar
Pela mulher que há - de estar
Sempre no meu pensamento

Corro por ventura perdida
Por amor tanto sonhado
Que faça parte da minha vida
Que seja sempre minha querida
Mesmo parando de cansado

Correr é desejo de alcançar
É parar antes do fim
É sem destino procurar
Alguém que queira amar
E goste um pouco de mim

A vida é caminho fechado
É correr, procurando
É amar e ser amado
É responder ao chamado
Por quem nos está amando

É desejar de corpo inteiro
É deixar a solidão
É correr, ser o primeiro
É ser tinta sem tinteiro
É amar com devoção

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Momentos junto ao Mar

Sentado junto ao mar
Escrevo na areia, poesia
E vejo as ondas apagar
Os efeitos da minha fantasia

Novos versos que de mim emergiram
Sobre o cântico de belas musas
São as ondas que me inspiram
E me tornam as ideias confusas

Sobre as ondas escrevo versos
Sobre a cor do mar que me acalma
Divagam pensamentos diversos
São ecos da minha própria alma

Sobre os "gritos" da água molhada
Corre a inspiração em lua cheia
E por férteis momentos de nada
Deixo-me adormecer sobre a areia

Recados e Imagens - Paisagens - Orkut


Sinto calafrios de inspiração
Fecho os olhos vejo fantasia
São os medos da razão
Que fazem ecos da união
Entre a noite e o dia

Sinto poemas na forma pensada
Que me elevam à felicidade
De olhos abertos não vejo nada
Talvez por alma endiabrada
Por carícias de uma saudade

Juntar letras, versos por efeito
São desígnios que nos ultimam
São ápices saídos do peito
Com maior ou menor jeito
São frases que da alma, rimam

Sentir o estridor da emoção
Escrever com fugaz alegria
É sentir no coração
A voz, em força da razão
Fechar os olhos e ver fantasia

Ver-te mais além

Recados do Orkut


Olho o fogo que rebenta
Vejo, sinto, esqueço
Estremeço
Não sei se mereço
O começo
Do divagar
Pensar
Que além é o destino
O fim
Do caminho
Palavras caladas
De pequeno nadas
Que me fazem orbitar
As lamurias do pensar
Mas trilho
Porque hei-de alcançar
A encruzilhada
De amor fechada
Mas no luar do nada
Por entre foguestes iluminados
Te quero ver passar
scraps para orkut


Olho o Céu e um sorriso
Envolve o meu corpo e me diz
E sei que perco o juízo
Porque sou um avô feliz

A Adriana minha netinha
Meu orgulho, felicidade
Um sorriso naquela carinha
Paga os dias de ansiedade

É linda como os amores
Carinha bela de princesa
Afasta de mim os temores
Da velhice a incerteza

O seu sorriso me encanta
Me dá amor e carinho
Será no sonho a minha manta
Quando um dia for velhinho

Olho o seu rosto embevecido
O seu sorriso de pureza
Fico um avô enriquecido
Por tanta força e beleza

Deus te trouxe a este mundo
Para que nos desses felicidade
Nos trouxeste amor profundo
Carinho, força e verdade

Vivo um sonho em desalinho
Ao longe fica a meta
Para que com a mor e carinho
Possa sempre ensinar o bom caminho
À Adriana, minha NETA

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Não sei se sou se existo


Recados e Imagens - Paisagens - Orkut



Não sei se sou se existo
Sou a penumbra no vazio da existência
Sou a pedra que cala as lamúrias intemporais
A penumbra que em sobra avinhada
De escaldante jaez da subsistência
Que me cala a chama da ebriedade
De um vinho nunca bebido
Sem sentido
Corro pelos campos e vinhais
Sinto na mente a sede de fulgência
Porque sou igual aos demais
Sou o vermelho da nudez presente
Qual ser inócuo
De palavra em impertinência
Quiçá absorvência
Serei o vento, serei olvido
Serei seca folha de trevo
Não sei
Só sei
Que sou gente, quando escrevo

CHOVE LÁ FORA

recados orkut


Chove lá fora

É madrugada
De um dia qualquer
Sopra o vento
Corre-me o pensamento
Vejo tudo e não vejo nada
Recordo o outrora
Mas sinto que agora
Nesta noite escura
A verdade pura

É que chove lá fora

Que interessa o sonho
Penso
Vejo que no meu coração
Se cria a ilusão
De que tudo é intenso
Quiçá propenso
A uma nova vida
Sonhada, sentida, talvez merecida
Mas a verdade
Reparo agora

É que chove lá fora

Sorrio
Vejo a água que "corre" pela calçada
Vertiginosa, apressada
Como se ali não existisse nada
Vejo o escuro da noite
Que cortado pelas luzes da rua
Me ensina a verdade nua e crua
Que tudo é igual como outrora
E que a verdade, alertada
Diz-me que é madrugada
E reparo com a voz embaciada
Por pensamentos feitos nada

Que chove lá fora

Corro pela Madrugada

mensagens para orkut


Corro pela madrugada
Olho o céu que de forma estrelada
Parece acompanhar-me na solidão
Penso em ti amor distante
Como numa forma de amar diferente
Me preenches o coração

Sinto a vontade de parar
Para um pouco pensar
Que hoje estás do outro lado
O teu coração já tem dono
Nunca serei seu patrono
Vou viver este amor calado

Na vontade de um pensamento
Passa uma lágrima que em doce tormento
Me acaricia a face cansada
Saber que existe para além do monte
Uma flor qual LUAR NO HORIZONTE
Que nunca pode ser minha amada

Tenho o seu nome gravado
Neste coração apaixonado
Por um amor proibido
Se corro na madrugada
Procuro tudo e não acho nada
Faço da lágrima o meu sentido

Vejo as estrelas sorrir
Como dizendo vais sentir
O ar fresco da madrugada
Ouvir a voz de uma flor
Que ao ouvido me fala de amor
Como quem dá e não recebe nada

Deixo voar o pensamento
Sorrindo a cada momento
Por te ver longe de mim
Mas quero dizer-te voz tão bela
Serás tu essa janela
Que transforma o campo num jardim

Tua voz de doce passarinho
Teu beijo sendo doce miminho
Alegra esta alma cansada
És esposa; mãe, mulher
És aquela que nunca posso ter
Quando corro pela madrugada

domingo, 23 de novembro de 2008

If - Kenny G -

Olho a rua onde o sol espreita
Sinto-me cansado de esperar
Dos teus olhos querer ver
De não saber, mas querer
Saber de ti

Mas deixa-me pensar
Nos teus lábios que nunca vi
Num sentimento que não enjeita
Uma vontade feita
De te poder ver aqui

Olhar-te, sorrindo
Sentir o palpitar do teu coração
Levemente na palma da minha mão
Calor sentindo
Fechando os olhos, fingindo
Que sou tua atenção

Óh venturas de tão sonhadas
Horas por esperar, cansadas
No teu corpo, vontade feita
Que me apraz poder sonhar
Dizer-te sem te conhecer
Que a tua sombra pareço ver
Quando olho a Rua onde o sol espreita

DEIXA OS TEUS OLHOS VER

Recados Animados


Deixa os teus olhos ver
Deixa eu perceber
O que vale uma ilusão
Não te importes de dizer
Basta eu merecer
Estar no teu coração

Mostra-me o teu carinho
A tua forma de falar
Deixa eu adivinhar
O que pensas amor
Quero que sejas uma flor
Que eu possa cheirar
E de amor por ti ficar
Com todo o esplendor
E se morrer de amor
Que seja no teu caminho

A estrada por ti percorrida
Que bom seria ser repartida
Por este pobre rapaz
Que por ti seria capaz
De lutar até á morte
Bastava ter a sorte
De fazer parte da tua vida

Mas do sonho basta acordar
E não vale a pena pensar
Que o sonho comanda a vida
Pois se tu fores alma querida
Terás a forma aguerrida
De me saber conquistar
Basta para mim olhar
E sem os olhos desviar
Dizer-me com emoção
Dá-me o teu coração
E eu não irei esquecer
Se por acaso te merecer
Que me entrego em tua mão
Para os dois em união
Um dia unidos . . morrer

sábado, 22 de novembro de 2008

Recados Animados



É uma grande verdade, não é?

Os olhos de uma mulher

Recados Animados


Os olhos de uma mulher
São o Céu de encanto
Que em mar calmo perante a noite escura
Nos aflora o pensamento
Nos perturba, o comportamento
Nos dá o sorriso, o encantamento
Uma Paz infinda
Nos acalma o ser
Nos abriga, em “Porto” molhado
Nos dá alento, amor, sentimento
Nos abriga
Nos dá a força, em corpo cansado
Traição
Confrangimento
Sorrisos de acanhamento
Qual olhar profundo
Qual perfumada flor
Qual rosa, malmequer
Que nos diz, não existir no mundo
Nada mais encantador
Que os olhos de uma mulher

Deixa-me ser ...

recados animados


Deixa-me ser o teu reflexo
O brilho dos teus sonhos
A Paz do teu pensamento
A água que te refresca
Te acalma, te "mata" a sede
Te "molha" o sentimento
Deixa que eu respire o teu ar
Que seja a mão que te guia
Que seja a parte lateral
Deixa-me ser o teu momento
O teu sinal circunflexo
Deixa que eu pense em ti
Que sinta o teu vibrar
O teu sentir, o teu olhar
Não fujas de mim enquanto ser
Acredita que eu posso não parecer
Mas quero ser
O teu amigo,
o teu aliado
Caminhar contigo
Lado a lado
E palavras sussurrar por infinitas
Antes nunca ditas
Por isso eu te peço
Deixa-me tirar-te esse ar amargurado
E por um momento, mais controlado
Deixa-me ser o teu reflexo
Recados para Orkut


Não é minha autoria, mas reflecte aquilo que penso e convosco quero compartilhar.

Ler, pensar e, querendo, reflectir.

Se tocar numa ROSA ...

Recados do Orkut


Se tocar numa rosa for pecado
Então eu sou um pecador
Porque nas mãos já fui picado
Por uma rosa, feita amor

Se tocar numa rosa for aventura
Então eu sou um aventureiro
Porque em meus lábios de amargura
Estão sempre os teus beijos, primeiro

Se tocar numa rosa for desgraça
Então eu sou um desgraçado
Porque meus olhos vêem tua graça
E meu coração por amor, está cansado

Se tocar numa rosa for emoção
Então eu estou emocionado
Porque deposito meu coração
Em teu peito num abraço apertado

Se tocar numa rosa for tentação
Então eu sou um homem tentado
Em pegar na tua mão
E apertá-la num gesto apaixonado

Se tocar numa rosa for traição
Então pecador me confesso
Traí o meu próprio coração
E decerto que o teu não mereço

Se tocar numa rosa for amor
Então eu por essa rosa, lutarei
E nas tuas mãos, minha flor
Por amor, um dia morrerei

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Guitarra toca baixinho



Que bonito. Que saudável ouvir algo que nos preenche e alegra o coração.
Image Hosted by ImageShack.us


Cai a noite sobre a esperança
Um cintilante luar, mostra as estrelas
São lindas, dá gosto vê-las
Parecem crisálidas, em plena dança

Céu cintilante, manifestações em chama
Três Estrelas, reluzentes
Que em coração que ama
São sentimentos ardentes

Cai a noite e sem noite, amanhece
Três estrelas, que o peito, aquece
Em mente aberta
Qual luar, que desperta
Quem, sob as estrelas, adormece

Sinto no peito, as estrelas
Me afagam, sinto vê-las
No pulsar do coração
Acariciá-las na minha mão
E a ti poder, oferecê-las.

FOGE O VENTO


Foge o vento,

Leva e traz recordação,
Leva e traz dando em mão,
Bocados de sentimento,
Folhas perdidas em doce lamento,
Vontades; saudades; amores,
Frios; loucuras; tremores,
Traz e leva a paixão,
Rezas; pedidos; sedução,
Belezas de sonhos pensados,
Visões de olhos fechados,
Corações por vezes trocados,
Gritos de olhos lacrimejados,
Amores desejados,

Foge o vento,

Por ruas; campos; cidades,
Leva mentiras; outras verdades,
Aguça-me o pensamento,
O corpo me arrefece pelo calor do momento,
Mas sinto em mim,

Que foge o vento,

Que leva consigo algum sofrimento,
Por amores em mim calados,
Por sorrisos saturados,
Incompreendidos,
Por não revelados,

Foge o Vento,

Paro de pensar,
Por não me querer lembrar,
De carinhos esquecidos,
Amores por mim vividos,
Pelos tempos, derretidos,
Feitos folhas; musgos perdidos,
Que eu vejo em remoinho voar,
Sinto que é tarde para os apanhar,
Abro os olhos,
Reparo que acordei,
E do sonho, eu só sei
Que de mim,

Foge o vento,

Linkim Park - Faint



Esta é para pessoal mais novo. Assim como ... eu.

Meu Querido meu Velho meu Amigo ( Roberto Carlos)



Dedico este video a um HOMEM que amei (e amo) loucamente. Um HOMEM que trago no coração e que decidiu "partir" de um lugar, que sei, ter sido sua escolha.
.............
Quando às 04H00 de 04-02-2002, me mandaste chamar meu querido, meu velho, meu amigo, sabias que pouco tempo depois, (06H00) partirias dos meus braços, quando sentado a meu lado, num banco da sala de espera do HSM, me olhaste, sorrindo, e disseste: Filho, deixa-me encostar a cabeça no teu colo.

Deitaste ... e partiste ... com o mesmo sorriso.

Até sempre, MEU QUERIDO PAI.
.......................

Desculpem meus amigos/as, mas esta homenagem é extensiva a quem, como eu, já perdeu a maior referência que um ser humano pode ter: O PAI ( Ou a MÃE)

Domingo à tarde (Nelson Ned)



Feche os olhos, e deixe entrar nos seus ouvidos, alma e coração, uma das mais belas canções que alguma vez foi cantada.

O convite é meu. A resposta pode ser sua. Mas ... Nem precisa responder

Basta ouvir, e nas sombras do silêncio, pensar como é belo, num Domingo à tarde, passear à beira mar, descalços, pisando a molhada areia, mãos dadas, dedos entrelaçados, olhos nos olhos, conversando ... sem palavra dizer.

Mas serão precisas palavras, quando os OLHOS se olham e os CORAÇÕES se encontram?


Dedicado a todas as meninas que nos visitam e a todos os homens que apreciam música romântica.
Os teus olhos são rosas vadias
Que encantam os campos em flor
São lindos todos os dias
Deles saem faíscas de amor

“Sorriem” como flores ondulantes
São frescos como juncos aos molhos
São “faróis” apaixonados, refrescantes
Como são bonitos os teus olhos

O “perfume” que tem o teu olhar
São como doce mel de abelhas
“Falam” carinho ao teu passar
São campos de rosas vermelhas

Cai a noite sobre o MAR

Cai a noite sobre o Mar
E eu, ali deitado sobre o areal
Olho em redor
O sol desaparece no horizonte
Ouço o piar de uma gaivota
Que “tardia” poisa mais além
Parece olhar-me, admirada
Olhar meigo, assombrada
As águas calmas vão e vêm
Num sussurro lento, tranquilo
Ao fundo um barco, indiferente
Navega, noutra direcção, lentamente
Pareço sentir a calma, docemente
E o bater do coração
Molho as mãos na água salgada
Como se o mar fosse uma fonte
De água fresca, abençoada
Sinto o vento que sopra de mansinho
Que fustiga a minha alma
Parece dizer-me: Olha em frente
Nesta noite calma
Grita ao mundo, faz sentir a tua voz
Mas eis que a gaivota, voo arvora
Pelos ares, piando numa “voz” estridente
No silêncio, como quem “chora”
E na solidão, faz-me sorrir e sonhar
Deito-me sobre a ventura da pacatez
Fecho os olhos e “vejo” uma e outra vez
Que cai a noite sobre o Mar

quinta-feira, 20 de novembro de 2008


Olho a chuva que cai
Lavando ares e marés
Certinha num compasso
De quem chega e se evapora
Se esgota a cada passo
Como se “fechasse os olhos” ao tempo
Do que sabe e vê
E que o vento molhado se retrai
Não nos diz se vem ou vai
Mas afoga-nos no pensamento
Sentidos revoltos frios de valor
Como a chuva que cai, com ardor
E penso
Como é livre o vento
Que bate mansinho e traz a vida
A chuva que rega a erva ressequida
Qual alma de amor esquecida
E sorrio
Por ver como a água cai lá fora
Parece “gritar” laivos na demora
Lavando estradas e aos campos aflora
E reparo
Como está caindo pureza que vem e vai
E num bocejo de alma aquecida
Pelas gotas da própria vida
Olho a chuva que cai

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

A ESPERANÇA NO ... ALÉM

.
Sobe a encosta em passos cansados
Sente a brisa em seu rosto bater
Olha em frente sem nada ver
Pálpebras serradas pelo tempo
Que sentem a força do vento
E lhe atrasam os passos apressados
Devagar como se o tempo não existisse
Sem destino que o destino lhe traça
Deixando para trás anos de fina graça
Como se a vida lhe "fugisse"
Em desalinho por vontades sem sentido
Coração afagado por amor perdido
E alma que luta e a idade não sentisse
Que sobe a encosta na infinita procura
Deixando atrás um passado de vida dura
Secando gotas de suor em traços fechados
Em rugas de vida de alma pura
Que a vista não sente nem alcança
Mas no caminhar, vai a esperança
De quem sobe a encosta em passos cansados

Olho as Estrelas em Movimento

.
Olho as estrelas em movimento
Deixo vaguear o pensamento
E penso em ti
Nos teus olhos cor de paixão
Na beleza do teu coração
Na tua alma de mulher
Sorrio
Por pensar não te merecer
Mas sentir e no coração saber
Que gosto de ti
Olho as estrelas que me acalmam
Sinto o luar que atropela o meu rosto
E penso em ti
No teu olhar
Na tua forma de me “ensinar”
Que as estrelas são a inteligência
De quem sente e pensa
Que existe mundo
Que tu és o amor profundo
O meu poiso em sentimento
E só por pensar em ti
Olho as estrelas em movimento

Voa a águia em sombras de vento

Voa a águia em sombras de vento
Em silêncio, sobre um infinito olhar
Em vislumbre de jovial sentimento
Em que sob o sol mostra a graça
Deixando felicidade por onde passa
Deslizando no movimento o seu voar

Sobre o ruído de imensa solidão
Desfolhando panóplias de vontades
Voando na graça de ateias solenidades
Em vertigens de teias de emoção
Dedicando em frondosa tentação
Luar de aurora de outras verdades

Batendo as asas em graça enfeitada
Mostra à vindoura gentileza fina
Fazendo dos ares beleza invejada
Dizendo aos benfiquistas com carinho
Somos campeões em força divina
E em grandeza de pureza no caminho
Somos vencedores em cada jornada